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| Ramses
II El
reinado de Ramses II posiblemente sea el más prestigioso de la historia egipcia.
Ramses nace hacia el año 1326 a.C., accede al trono imperial hacia 1301 a.C. y
muere alrededor de 1234 a.C. por lo que se trata también de uno de los reinados
más largos. Gobernó sobre un mundo en plena transformación lo que hace más interesante
este momento histórico. REGIONAL
INDEX: EGYPT INDEX
OF RESOURCES FOR THE STUDY OF ANCIENT EGYPT, INCLUDING THE TERRITORY UNDER THE
CONTROL OF THE MODERN STATES OF EGYPT AND SUDAN, AND PART OF LIBYA. A project
and publication of The Research Archives of the Oriental Institute, Chicago. The
Egyptian Museum The
Egyptian Museum You are visitor number since May. 17, 1999 [Description|] Address:
Maydan El Tahrir. THE
GIZA PLATEAU MAPPING PROJECT (GPMP) Neste
site é possível visitar a Esfinge, as Grandes Pirâmides egípcias e os templos
e túmulos a elas associados em modelos computadorizados, de grande beleza. Do
Instituto Oriental da Universidade de Chicago, USA. (Em Inglês) The
Seven World Wonders Como
o nome já diz, as sete maravilhas do mundo antigo são o tema deste site, que,
além de indicar a localização, conta a história e descreve cada maravilha. Tem
ainda ilustrações, mapa e links relacionados - (em inglês). Theban
Mapping Project Para
conhecer mais sobre o trabalho dos arqueólogos no Egito, vale acessar esse site,
que dá informações sobre os sítios arqueológicos na região onde ficava Tebas,
antiga capital do Egito. Com mapas, passeios virtuais . (em inglês, francês e
alemão). Você
sabia que....
Curiosidades.
Saiba um pouco mais sobre a cultura do Egito Antigo (faraônico) e Moderno (árabe).
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:: Enviado por E G Í P C I O HaTsEpSuT- 21:09:24 ::
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| HIERÓGLIFOS
Durante quase 15 séculos,
a humanidade olhou fascinada para os hieróglifos egípcios sem lhe entender o sentido.
Os sacerdotes egípcios do século IV de nossa era foram os últimos homens a utilizar
essa linguagem. Eles, mantendo a linguagem tão fechada, fizeram com que o significado
dessas mensagens se perdessem. Os Europeus da época, e posteriormente, pensavam
que os hieróglifos eram instrumentos místicos de algum rito demoníaco. HIERÓGLIFOS
(SEM MISTÉRIO)
Durante milhares de
anos, o significado da escrita hieroglífica permaneceu um mistério ,ninguém conseguia
decifrar os símbolos antigos do Egito. Em 1799, o engenheiro francês Pierre Bouchard
desenterrou uma placa de basalto preta enquanto construía um forte na cidade de
Rosetta, no Nilo. Índice
dos Povos Do Egito
Índice dos Povos Do
Egito Árabe Egípcio Árabe Iemenita Árabe Palestino Árabe Sudanês Beduíno Bérber
Arabizado Bisharin (Ababdah) Dongolawi Nubian Fedicca-Mahas Nubian Ghagar Rom
Cigano Halebi Cigano (Nawari) Núbio Arabizado Siwa. Mapas
Históricos Veja
os mapas históricos . O MUNDO ANTIGO - EGITO E SINAI - A DIVISÃO DAS TRIBOS -
OS REINOS DE SAUL, DAVI E SALOMÃO - OS REINOS DE ISRAEL E JUDÁ - O IMPÉRIO ASSÍRIO
- IMPÉRIOS BABILÔNICO, PERSA E GREGO - O IMPÉRIO ROMANO NOS TEMPOS DE CRISTO -
O RELEVO DA PALESTINA , e outros. Mummies
of Ancient Egypt Saiba
como era o processo de mumificação, o significado dos hieroglifos e muito mais
sobre arte e cultura do Egito antigo. Ótimas ilustrações. Em inglês. O
Antigo Egito
A FORMAÇÃO
DO ESTADO EGÍPCIO (5000/3000 a.C.) O Egito está situado no nordeste da África,
entre os desertos de Saara e da Núbia. É cortado pelo rio Nilo no sentido sul-norte,
formando duas regiões distintas: o Vale, estreita faixa de terra cultivável, apertada
entre desertos, denominada Alto Egito; o Delta, em forma de leque, com maior extensão
de terras aráveis, pastos e pântanos, denominado Baixo Egito. Autores: Fábio Costa
Pedro e Olga M. A. Fonseca Coulon. O
Fascínio do Antigo Egito Dados
muito interessantes sobre o antigo Egito: vida cotidiana dos antigos egípcios,
culto aos animais, panteão egípcio e muito mais. Fartamente ilustrado. Perfumes
A História dos Perfumes-
A utilização das fragrâncias nas civilizações antigas como Grécia, Egito, Roma
e India. Piramides
de Gise
Piramides de Gise,
Egito, Viagem as Piramides, Queops, Quefrem e Miquerinos, Faraos do Egito. Dois
mil e trezentos anos atras quando e como foram construidas. ( Em Inglês
) Ramsés
II Biografia;
breve história do Egito; deuses e deusas do Egipto.
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:: Enviado por E G Í P C I O HaTsEpSuT- 21:07:25 ::
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| Curiosidades
do Egito Aspectos
curiosos da cultura egipcia. CLEÓPATRA.BEDUÍNOS.DESERTO . OÁSIS.ESCARAVELHO. PIRÂMIDES. egipto.com
O museo egipcio no
Cairo. Aqui estão dados detalhados sobre seus faraós, as dinastias,
as pirâmides e mais 120.000 peças em exposição. Com
fotos e bons atalhos para outros locais, o endereço é de fácil
navegação. egiptomania.com Todo
lo necesario para aprender . Egito
Antigo Site
sobre o Egito na época dos grandes faráos. Super Ilustrada. Atualizada. Egito
Antigo A
Magia da Civilização Egípcia (Khemi) é especial e
única no mundo. Seus conhecimentos sobre o mundo dos mortos e dos mistérios
dos céus, tornaram os egípcios os verdadeiros precursores da Era
de Aquarius. Afinal, o nascimento do Egito ocorreu num signo de AR, assim como
a Era na qual estamos entrando agora. El
Antiguo Egipto en la novela histórica Novelas
históricas, historia, religión, cronología y enlaces en castellano sobre el antiguo
Egipto. ¿Qué poder tiene el antiguo Egipto para atraer con su historia, misterios,
mitos y leyendas a la mente más racional? Cualquier camino que nos acerque, aunque
sea de forma aproximada, a su esencia es bueno, si se aprende a caminar... el
poeta lo dijo: Caminante no hay camino; se hace camino al andar. El
maravilloso mundo del Antiguo Egipto
Creo que la magestuosidad
del antiguo Egipto no se puede expresar con palabras, y si te fijas bien, el legado
que nos han dejado lo dice todo. Cierto es que no nos ha venido mal una ayuda
por parte de sus escritos (jeroglíficos). Y..... por Osiris!!!! que ayuda eh.
Gracias a ellos sabemos como se llamaban, a que se dedicaban, cuantos hijos tenían,
sus problemas, que comían, en general......la vida cotidiana de los antiguos egipcios.
Faraó
Historia do
Antigo Egito, com cronologias, dinastias, os Faraós e muito mais.
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:: Enviado por E G Í P C I O HaTsEpSuT- 20:41:23 ::
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| A
MONARQUIA EGÍPCIA A
sociedade do Egito Antigo encontrava-se dominada pelo FARAÓ e por uma aristocracia
hereditária, formada pela família real, pelos altos sacerdotes, funcionários e
chefes militares. Autores: Fábio Costa Pedro e Olga M. A. Fonseca Coulon A
RELIGIÃO EGÍPCIA As
raízes da religião egípcias encontram-se nas aldeias neolíticas, anteriores à
organização do Estado. Como a maioria dos povos primitivos, os primeiros egípcios
tinham uma atitude de respeito em relação aos fenômenos da natureza- o Sol, a
Lua, o Nilo - e às características marcantes dos animais - a ferocidade do leão,
a força do crocodilo. Autores: Fábio Costa Pedro e Olga M. A. Fonseca Coulon.
Alexandria Este
site é uma fantástica introdução à história e cultura da Alexandria, "a pérola
brilhante do Mediterrâneo". Construída por ordens de Alexandre - o Grande, no
terceiro século a.C, ela ainda é a segunda maior cidade do Egito e um grande centro
cultural mundial. Alexandria
Underwater
explorer Franck Goddio first began to 'dive' for the lost Royal City back in the
eighties, using historical documents as his guide. He gathered valuable information
about marine archaeology before embarking on his quest in Egypt. Having held key
positions with international organizations and various governments, he went on
to become an expert in his field after conducting his first studies in marine
archaeology in Asia. Amigos
de la Egiptologia La
Egiptología en Castellano, pretende concienciar a todas las personas e instituciones,
de que la información que sea publicada, realizada o transcrita, sea confeccionada
también en lengua castellana. La misión de este ring es la de facilitar la navegación
a todos aquellos internautas interesados en los temas relacionados con la Egiptología,
pudiendo ser utilizado a modo de índice temático. "Amigos de la Egiptología",
es una idea original de Víctor Rivas (Barcelona, España) Amigos
da Egiptologia
Site sobre a egiptologia,
o Antigo Egito, os deuses, a sociedade e a vida dos antigos egípcios . Antiguidades
Egípcias
As obras primas da
coleção das Antiguidades egípcias. Museu do Louvre. Antiguidade Cronologia
dos principais acontecimentos da Idade Antiga. Vidas Lusófonas Arte
Egipcia Museu
de Nova York. Cenas
do Egito Antigo Historia
do Egito Antigo(pintura, arquitetura, escultura). Arte egipcia. Vida dos egipcios
atraves de obras artisticas.
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:: Enviado por E G Í P C I O HaTsEpSuT- 20:28:11 ::
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Egípcios
Como assinalou o historiador grego Heródoto, no século V a.C.,
"O Egito é uma dádiva do Nilo." Desde os primeiros momentos
de sua história, os egípcios criaram uma sociedade baseada no
aproveitamento das águas do Nilo para a agricultura, mediante
a construção de obras hidráulicas capazes de regular sua vazão
anual. No plano institucional, configuraram um rígido e hierárquico
sistema político que se manteve, com pequenas mudanças, durante
Origens. Os muitos estudos de egiptologia revelaram que o povo
egípcio antigo resultou da fusão de vários grupos de origem africana
e asiática, e permitiram distinguir três tipos principais: um semítico
dolicocéfalo, de estatura mediana; outro semítico-líbio, braquicéfalo,
de nariz recurvado; e um terceiro, mediterrâneo, braquicéfalo, de nariz
reto e curto. Da mistura desses grupos resultou um povo de lavradores,
no vale do Nilo, que absorveu progressivamente os estrangeiros invasores.
Até o século XIX, as únicas fontes utilizáveis sobre as dinastias do Egito
eram os relatos dos autores clássicos, de épocas posteriores aos
acontecimentos por eles descritos. Somente em 1821, com a decifração
da escrita hieroglífica, por Champollion, é que se pôde proceder à leitura
de inscrições, que iluminaram mais de três mil anos da história da humanidade.
O período histórico da civilização egípcia começou por volta de 4000 a.C.
Os primitivos clãs haviam sido transformados em províncias ou nomos, e
seus chefes elevados à dignidade real. Mais tarde foram agrupados em dois
grandes reinos: um ao norte, cujo primeiro rei-deus foi Horus, e outro ao sul,
que teve Set como primeiro rei-deus. Por volta do ano 3300 a.C., segundo a
tradição, o reino do sul venceu o do norte. Quando as dinastias humanas
sucederam às dinastias divinas, Menés, personagem lendário e apontado
como unificador do Egito, se tornou o primeiro faraó. A capital era, segundo
alguns autores, Mênfis, e segundo outros, Tinis, nas proximidades de Abidos.
Menés é identificado como Narmeza (Narmer), representado, num relevo de
Hieracômpolis, com as duas coroas dos reinos unificados.
Dinastias. As escavações realizadas em Abidos, Saqqara e localidades
próximas trouxeram informações sobre as primeiras dinastias, denominadas
tinitas por terem a capital em Tinis. Neste período houve um aumento da
prosperidade econômica do país, incrementado pelas expedições à costa
do mar Vermelho e às minas de cobre e turquesa do Sinai.
Com a III dinastia, iniciada em 2650 a.C., a capital foi trasladada para Mênfis
e os faraós iniciaram a construção das pirâmides, grandes túmulos reais.
Inicia-se então o chamado Antigo Império, que vai até a VIII dinastia.
Erguem-se as pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, faraós da
IV dinastia, e a esfinge de Gizé. A arte egípcia já se apresentava com
todas as suas características, nessa época de maior esplendor da civilização
egípcia. O território se estendeu até a segunda catarata do Nilo, e realizaram-se
expedições à Núbia e à Líbia. Aumentou o comércio marítimo no
Mediterrâneo oriental e se iniciou a exploração das minas de cobre
do Sinai, das pedreiras de Assuã e do deserto núbio.
A VI dinastia realizou expedições à península do Sinai e sob Pepi II
multiplicaram-se as imunidades concedidas aos nobres. Os chefes dos
nomos se tornaram mais independentes e desapareceu o poder
centralizador do faraó. Após longa fase de lutas internas, que marcaram
o fim do Antigo Império, o Egito entrou em decadência. No século XXII a.C.,
os príncipes de Tebas afirmaram sua independência e fundaram a XI dinastia,
dos Mentuhoep, dando início ao Médio Império, que durou de 1938 a c. 1600 a.C.,
com capital em Tebas.
Restaurou-se e consolidou-se o poder real. Sobressaíram na XII dinastia, também
tebana, Amenemés I, Sesóstris I e Amenemés III, que colonizaram a Núbia e o
Sudão, intensificaram o comércio e as relações diplomáticas e fizeram respeitar as
fronteiras egípcias. O segundo período intermediário, que abrange da XIII à XVII
dinastia, entre c. 1630 e 1540 a.C., é de história obscura. Por falta de fontes é
impossível analisar o conjunto de causas determinantes da decadência do estado
tebano. Sob a XIV dinastia ocorreu a invasão dos hicsos. Os monarcas da XVII
dinastia abriram luta contra eles e ferimentos encontrados na múmia de Seqenenre
parecem indicar sua morte em combate.
Ahmés ou Ahmose I assumiu o comando, expulsou definitivamente os hicsos e fundo
u a XVIII dinastia. Iniciou-se então o mais brilhante período da história egípcia, o chamado
Novo Império, entre 1539 e 1075 a.C., que abrange também a XIX, a XX e a XXI dinastias.
Como grandes conquistadores, sobressaíram Tutmés I e III, da XVIII dinastia, Ramsés II
(XIX dinastia), Ramsés III (XX dinastia) e Iknaton, Akenaton ou Amenhotep IV
(XVIII dinastia), por sua reforma religiosa.
Após cerca de trinta anos de paz interna, o Egito, rico e forte, pôde entregar-se
às novas tendências imperialistas. Tornou-se um estado essencialmente militar
e por 200 anos dominou o mundo então conhecido. Alargaram-se as fronteiras do
país, da Núbia até o Eufrates. Os príncipes da Síria, Palestina, Fenícia, Arábia e
Etiópia pagaram-lhe tributos. O tratado firmado em 1278 a.C. com Hattusilis III
terminou com a secular guerra com os hititas. O luxo e o poder econômico refletiram-se
nas grandes construções desse período. Com Ramsés XI findou o Novo Império.
Rebentaram guerras civis e o Egito entrou em decadência, perdeu territórios e
sofreu invasões.
Por volta de 722-715 a.C., uma dinastia etiópica, com capital em Napata, restaurou
parcialmente a unidade nacional. Em 667 a.C., Assaradão invadiu o Egito e ocupou
Mênfis. Em 664 a.C., Assurbanipal tomou e saqueou Tebas. Os egípcios, comandados
pelos chefes do delta, reagiram e em 660 a.C., Psamético I, fundador da XXVI dinastia,
expulsou os assírios. O Egito voltou a conhecer nova fase de esplendor, chamada de
renascimento saítico, devido ao nome de sua capital, Saís. Em 605 a.C., Necau II tentou
conquistar a Síria, mas foi derrotado por Nabucodonosor. Em seu governo
concluiu-se o canal de ligação entre o Mediterrâneo e o mar Vermelho e, sob
seus auspícios, marinheiros fenícios contornaram a África.
Em 525 a.C., o último soberano nacional egípcio, Psamético III, foi derrotado
e morto por Cambises, rei dos persas, em Pelusa. O Egito foi incorporado ao
império persa como uma de suas províncias (satrapia). A partir de então, até
Artaxerxes II, reinou a XXVII dinastia persa. A organização social e religiosa
foi mantida e registrou-se certo desenvolvimento econômico. A libertação do
Egito se deu em 404 a.C. Com Armiteu, único faraó da XXVIII dinastia, a
aristocracia militar do delta subiu ao poder. As instituições e a cultura
revigoraram-se sob as XXIX e XXX dinastias. Depois de saquear o país,
Artaxerxes III restaurou a soberania persa, em 343 a.C. O segundo período
da dominação persa terminou em 332 a.C., quando Alexandre o Grande da
Macedônia, vitorioso, entrou no Egito, após derrotar Dario III.
Período macedônio ou ptolomaico. Nesse período, que vai até o ano 30 a.C.,
Alexandre foi recebido como libertador e fez-se reconhecer como "filho de Amon",
sucessor dos faraós, prometendo respeitar as instituições e restaurar a paz,
a ordem e a economia. Lançou as fundações da cidade de Alexandria. Com
sua morte em 323 a.C., o controle do Egito passou a um de seus generais,
Ptolomeu, que a partir de 305 a.C. iniciou a dinastia dos lágidas. Dentre
seus herdeiros destacaram-se, inicialmente, Ptolomeu Filadelfo, cujo reinado
durou de 285 a 246 a.C. e se notabilizou pela expansão comercial, a construção
de cidades, e a criação de um museu e da biblioteca de Alexandria; sucedeu-lhe
Ptolomeu Evérgetes, que reinou de 246 a 222 a.C. e impulsionou as letras e a
arquitetura; e finalmente Ptolomeu Epífano,
coroado em 196 a.C., que foi homenageado com a redação do decreto da pedra
de Rosetta, em 204 a.C.
Atacado por reinos helenísticos, o Egito colocou-se sob proteção romana, com
submissão cada vez maior. Seguiram-se vários e cruéis reinados dos lágidas,
até Ptolomeu Auletes que, com apoio romano, permaneceu no poder até 51 a.C.,
quando foi expulso pelos egípcios. Sua filha Cleópatra VII desfez-se, sucessivamente,
de dois irmãos e apoiou-se no imperador romano Júlio César. Com a morte deste,
em 44 a.C., ligou-se a Marco Antônio, mas diante da derrota frente às esquadras
romanas, e do assassinato, ordenado por Otávio, do jovem Ptolomeu César, filho
que tivera com César, suicidou-se em 30 a.C. O Egito foi então transformado em
província romana. Soberanos de direito divino e culto imperial, os lágidas restauraram
os templos, honraram a classe sacerdotal e entregaram a administração aos gregos.
Alexandria, cidade grega por suas origens, comércio e cultura, foi o centro intelectual
e comercial do mundo helenístico.
Período romano-bizantino. Em 30 a.C., iniciou-se o período romano-bizantino. A minoria
romana conservou a organização da época helenística, com base nos nomos (províncias).
O camponês era esmagado por altos impostos e requisições. A indústria e o comércio,
que deixaram de ser monopólio estatal, ganharam impulso e atingiram as mais distantes
regiões. A passagem dos romanos foi marcada ainda pela construção de estradas,
templos, teatros, cisternas, obras de irrigação e cidades. Uma destas foi Antinópolis,
construída por Adriano.
No final do século II da era cristã generalizaram-se os ataques nômades às
fronteiras (Líbia, Etiópia, Palmira) e as perseguições ligadas à expansão do
cristianismo. Após Constantino, começam as disputas religiosas. Em 451 a
adesão da igreja alexandrina ao monofisismo levou à formação de uma igreja
copta, distinta da grega, e dessa forma o que era tido como heresia, por força
das perseguições imperiais, transformou-se na religião nacional egípcia.
Com a divisão do Império Romano verificou-se uma progressiva substituição de
Alexandria por Constantinopla em importância cultural e econômica. No século VI
o declínio econômico era generalizado em todos os setores. E no início do século
VII os árabes foram recebidos como autênticos libertadores.
Período medieval.
Época árabe. No ano 640, com a conquista do Egito pelos árabes, começou
a era medieval, que durou até 1798. O período árabe caracterizou-se por
lutas internas e constante troca de emires. A difusão do árabe e do islamismo
transformou a invasão muçulmana na mais importante de todas as que o Egito
sofreu. De sua história restou o copta, designação apenas religiosa. A princípio
o Egito foi transformado em uma província do califado dos omíadas, de Damasco,
que transferiram a capital para al-Fustat, construída nas imediações da fortaleza
da Babilônia, erguida pelos romanos, no lugar hoje ocupado pela cidade velha do
Cairo. Os omíadas conservaram o sistema administrativo egípcio e seus funcionários,
mas o governo era exercido por um emir, auxiliado por um amil, ou diretor de finanças.
O processo de islamização reacelerou com os abássidas, de Bagdá, cujo poder, no
entanto, enfraqueceu ao longo do século IX.
Época independente. Este período corresponde a quatro dinastias, entre 868 e
1517: os tulúnidas, os ikhchiditas, os fatímidas e os aiúbidas. Compreende ainda
um domínio por parte dos mamelucos.
A dinastia dos tulúnidas dominou de 868 a 905 e foi fundada pelo oficial turco
Ahmad ibn Tulun, que proclamou a independência do país em relação a Bagdá.
Os ikhchiditas governaram independentemente entre 939 e 968, depois de um
breve retorno a Bagdá. Entretanto, um novo poder militar agressivo, oriundo da
Tunísia, se apoderou do Egito, sob a família dos fatímidas, que se consideravam
descendentes do califa Ali e de Fátima, filha de Maomé. Adeptos da doutrina xiita,
governaram entre 969 e 1171. Uma nova capital foi fundada, al-Qahira (Cairo) em
988, e o Egito, organizado como califado, passou a usufruir de notável desenvolvimento
econômico e cultural. Foi fundada a mesquita e a universidade de al-Azhar, em 970,
e o tesouro dos califas passou a incluir a mais valiosa biblioteca do mundo muçulmano
da época.
As disputas internas possibilitaram a intervenção do sultão de Damasco, Nur-al-Din,
por intermédio do general Shirgu e de seu sobrinho Saladino (Sala al-Din Yusuf ibn Ayyub).
Este, feito vizir em 1169, proclamou-se sultão do Egito logo após a morte do califa,
dando início à dinastia dos aiúbidas, que reinaram de 1171 a 1250, e destacaram-se
como grandes administradores. Reconstituíram um grande estado, da Tripolitânia à
Mesopotâmia, dedicaram-se à agricultura de irrigação, ao comércio, às obras militares,
à construção de escolas, hospitais e mesquitas. Lutaram contra os cruzados na Palestina,
porém lutas internas minaram o poder. A crescente influência de oficiais mamelucos
(conjunto de diferentes etnias, tais como turcos, mongóis, curdos etc.), tornou-se preponderante.
Uma milícia de mamelucos bahri, isto é, "do rio", tomou o poder em 1250 sob o
comando de Izz al-Din Ayback. Os sultões mamelucos imperaram no Egito até 1517.
Embora o período fosse de paz e prosperidade econômica, ocorreram tremendas
perseguições a judeus e cristãos. Com os mamelucos, cessou qualquer sucessão
hereditária e o sultão passou a ser eleito pelos emires, o que caracterizou uma
verdadeira oligarquia feudal-militar.
Domínio otomano. Em 1517 Selim I derrotou o último sultão mameluco, Tuman-bei,
e iniciou o período de domínio turco, caracterizado por tirania e instabilidade. No
século XVIII o paxá era figura decorativa e sucediam-se as lutas pelo poder entre
os beis. Foi nessas condições que Napoleão Bonaparte conquistou o Egito, em 1798,
na batalha das Pirâmides.
Religiões do Egito
Até a unificação dos povos do vale do rio Nilo e o surgimento das dinastias dos
faraós (3.000 a.C.), existem no Egito vários grupos autônomos, com seus próprios
deuses e cultos. Durante o período dinástico (até 332 a.C.) os egípcios são
politeístas. Os faraós são considerados personificações de deuses e os sacerdotes
constituem uma casta culta e de grande poder político. O monoteísmo acontece
apenas durante o reinado do faraó Amenofis IV, que muda seu nome para Akenaton,
em homenagem ao deus-sol. As pirâmides e os templos são alguns dos registros
da religiosidade do povo egípcio, da multiplicidade de seus deuses e do esplendor
de seus cultos.
Divindades egípcias - A principal divindade é o deus-sol (Rá). Ele tem vários nomes
e é representado por diferentes símbolos: Atom, o disco solar; Horus, o Sol nascente.
Os antigos deuses locais permanecem, mas em segundo plano, e as diferentes cidades
mantêm suas divindades protetoras. Várias divindades egípcias são simbolizadas por
animais: Anúbis, deus dos mortos, é o chacal; Hator, deusa do amor e da alegria, é
a vaca; Khnum, deus das fontes do Nilo, é o carneiro e Sekmet, deusa da violência e
das epidemias, é a leoa. Nas últimas dinastias difunde-se o culto a Ísis, deusa da
fecundidade da natureza, e Osíris, deus da agricultura, que ensina as leis aos homens.

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